quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Dia 2 de Agosto de 2010

Génova, pensámos nós, "não há muito para ver".
Havia a casa de Cristóvão Colombo, o aquário, o museu do mar e o Galeão.


Resolvemos que não iríamos ao aquário porque já estivemos no de Lisboa, que é maior do que este, preferimos então optar pelos outros sítios.
Começamos pela casa de Cristóvão Colombo, diz-se que este terá vivido parte da sua infância naquela casa que pertencia à sua família. A casa não tinha quase nada do original, por isso não achamos que fosse algo muito interessante.

Daqui fomos para o porto de Génova. Primeiro fomos ver o Galeão de Neptuno, era muito engraçado por fora, mas com pouco conteúdo. Na nossa opinião, a Nau de Vila do Conde, apesar de ser mais pequena, é bem mais bonita e o seu interior é muito mais interessante.









De seguida fomos ver o Museu do Mar. É um museu muito bom, que conta a história da navegação ao longo dos vários séculos, desde as caravelas aos submarinos. É um local onde se pode aprender muito sobre a navegação.
Até conseguimos entrar no Titanic, cada um de nós recebia um passaporte para emigrar para os EUA (replicas dos passaportes originais). Antes de entrarmos no barco tínhamos que validar o passaporte, quando não é o nosso espanto, descobrimos que eu (Joana) era Madre Superiora de 56 anos, de nome Francesca Cabrini e o Sérgio um garanhão de 24 anos, de nome Giraldo, acompanhado por 2 senhoras. Claro que não é preciso dizer, mas o Sérgio era o pobre e por isso dormia no porão e eu como madre superiora dormia numa secção mais requintada. :)
Foi uma visita realmente muito interessante e muito divertida!










Aproveitamos e fomos ver um submarino mesmo ao lado do Museu. Para ser sincera não achamos muita piada, por fora era gigante mas por dentro era minúsculo porque estava recheado de maquinaria.
Entretanto seguimos viagem para Cinque Terre, mas antes ainda passamos por Portofino. Portofino é uma mini marina de luxo, onde só para estacionar o carro pagamos 5 euros à hora, claro que só estivemos cerca de meia hora. Pela segunda vez o Sérgio perdeu a chave do carro e mais uma vez teve sorte com a pessoa que a encontrou.
É um local bastante movimentado e com muita gente rica.














Iamos para Cinque Terre, mas comos nos enganamos na saida da autoestrada o percurso teve que ser o contrário do esperado, isto é, tivemos que começar primeiro por Portovenere, uma terra muito pitoresca.


Em seguida chegámos à primeira das Cinque Terre, um conjunto de cinco terras semelhantes: Riomaggiore. Infelizmente não podemos descer muito porque estava a haver um funeral e a terra estava bloqueada pela policia.


Fomos então para Manarola, não fomos até ao centro porque o tempo era limitado e queriamos chegar à ultima das terras a tempo de ir dar um mergulho.


Seguimos então para a terceira e quarta terras que ficam bastante proximas uma da outra Corniglia e Vernazza. Corniglia era a terra mais fácil der ver ao longe, onde se podia tirar as melhores fotos panorâmicas do local.


Corniglia


Vernazza


Vernazza

Daqui fomos para a ultima das Cinque Terre: Monterosso Al Mare. Infelizmente já era noite quando lá chegamos, portanto já não conseguimos ir para a praia. Era a melhor das cinco terras e ficamos mesmo com pena por não termos aproveitado mais tempo do nosso dia lá. Era um bom local para fazer praia.




Jantámos por lá e, quando nos apercebemos das horas já era tarde para fazer o check-in no hotel, visto que ainda tínhamos uma viagem de hora e meia pela frente. Para variar o nosso GPS mandou-nos pelos sitios mais esquisitos, mas chegamos ao hotel e o empregado, já avisado do nosso atraso, lá nos esperava.
O hotel ficava situado em Medesano, que é um local que não tem nada, deserto, mas que ficava perto de Parma.
Foi o hotel mais barato e um dos melhores onde estivemos.
Terminava assim o nosso terceiro dia de férias.

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