sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Dia 4 de Agosto de 2010

Este era o dia de irmos a Padova e a Veneza. Inicialmente seria apenas Veneza, mas como no dia anterior não tivemos tempo, resolvemos deixar para este dia.
Chegados a Padova fomos directos ao jardim botânico que é o mais antigo do mundo, mas infelizmente só abria à tarde a partir das 14.30 e por isso não o conseguimos visitar. Fomos ainda ver o Duomo de Padova, mas, como toda a Itália, também se encontrava em obras, só que desta vez era só numa parte, por isso ainda conseguimos ir lá dentro.

Era hora de ir para Veneza. Passámos o dia lá o resto dia e felizmente estava um dia espectacular.
Andamos imenso pelas ruas de Veneza, foi uma caminhada muito longa, mas muito boa de se fazer.







Fartamo-nos de entrar em lojas, principalmente para ver as máscaras do Carnaval que eram lindíssimas, algumas delas decoradas com cristais Swarovski e muito caras. Como tinha que ser nós compramos uma máscara cada um, mas claro mais modestas.







Estivemos na ponte de Rialto, fomos às várias praças e centenas de ruas estreitas, muitos canais nos quais havia imensos barcos e gondolas, etc...







A ponte de Rialto é composta por três ruas, cheias de lojas por todos os lados, é muito bonita e tem uma óptima paisagem para o grande canal.







Fomos andar de Gondola e foi aqui que nos apercebemos que alguns dos vários canais por onde passamos eram de sentido único, concluindo eles também têm regras de transito para os barcos como nós temos para os carros. Foi um passeio muito bonito. Ficamos a saber que Veneza tem 117 ilhas, cada uma delas com uma igreja, 455 pontes e mais de 300 canais, passamos ainda pela casa de Marco Polo, tudo isto nos foi dito pelo Gondolieri.





Foi um passeio curto, mas muito bonito que vale a pena fazer, apesar de ser um bocadinho caro.
Á noite fomos à praça de São Marcos, que é uma praça espectacular com vários restaurantes e cafés com musica ao clássica ao vivo. Infelizmente uma parte da Basílica e a ponte dos suspiros estavam em obras.











Até este dia, veneza foi o sitio mais bonito por onde passamos.

Dia 3 de Agosto de 2010

Acordámos e partimos para Parma. As únicas coisas que tínhamos interesse em ver era o Duomo e a Piazza Garibaldi. Infelizmente e para não variar, quer a torre do Duomo, quer a praça estavam em obras, por isso não ficamos lá muito tempo.










Estávamos a pensar em ir a Modena e Maranelo, mas optamos deixar para outro dia porque o check-in do hotel onde íamos ficar era até às 18h o que nos limitava o tempo que tínhamos.
Seguimos directamente para Mantova onde fomos ver o Palácio Té e ao centro da cidade. O palácio só vimos por fora porque lá dentro estava a haver uma exposição de pintura, à qual não achamos que não teria interesse para nós. Fomos então, para o centro de Mantova onde tínhamos para ver três praças, todas próximas umas das outras. As praças eram: Dell-Erbe, Del-Broletto e Sordello.













Entretanto tivemos que ir ao hotel fazer o check-in, perdendo mais duas horas do dia em viagem (uma para cada lado), regressando até Verona. Durante a viagem para o hotel caiu a maior chuveirada de granizo que alguma vez vimos na vida, os carros na autoestrada não passavam dos 40km/h, ainda por cima em pleno Agosto.

Em Verona fomos à casa da Julieta, ao anfiteatro/arena e a um pequeno teatro.
A casa da Julieta não tinha muita coisa, as partes mais interessantes eram mesmo a varanda e e a enorme quantidade de mensagens de amor espalhadas pelas paredes exteriores e interiores da casa.







Depois fomos ver o anfiteatro, completamente restaurado e ainda em actividade, por isso não nos foi possível ir lá dentro.





Para terminar a nossa visita a Verona fomos ver o pequeno teatro romano na outra margem do rio.











Durante este passeio por Verona passamos pelas várias ruas repletas de comercio e com muita gente. É uma cidade muito bonita e com muita coisa.
Vista Verona partimos para Vicenza.
Em Vicenza fomos ver várias construções, quase na sua totalidade projectadas pelo arquitecto Palladio: o teatro olímpico, a Basílica palladiana, alguns palácios, entre outros.
Quando chegamos a Vicenza já era de noite, portanto só nos foi possível ver os edifícios por fora.








quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Dia 2 de Agosto de 2010

Génova, pensámos nós, "não há muito para ver".
Havia a casa de Cristóvão Colombo, o aquário, o museu do mar e o Galeão.


Resolvemos que não iríamos ao aquário porque já estivemos no de Lisboa, que é maior do que este, preferimos então optar pelos outros sítios.
Começamos pela casa de Cristóvão Colombo, diz-se que este terá vivido parte da sua infância naquela casa que pertencia à sua família. A casa não tinha quase nada do original, por isso não achamos que fosse algo muito interessante.

Daqui fomos para o porto de Génova. Primeiro fomos ver o Galeão de Neptuno, era muito engraçado por fora, mas com pouco conteúdo. Na nossa opinião, a Nau de Vila do Conde, apesar de ser mais pequena, é bem mais bonita e o seu interior é muito mais interessante.









De seguida fomos ver o Museu do Mar. É um museu muito bom, que conta a história da navegação ao longo dos vários séculos, desde as caravelas aos submarinos. É um local onde se pode aprender muito sobre a navegação.
Até conseguimos entrar no Titanic, cada um de nós recebia um passaporte para emigrar para os EUA (replicas dos passaportes originais). Antes de entrarmos no barco tínhamos que validar o passaporte, quando não é o nosso espanto, descobrimos que eu (Joana) era Madre Superiora de 56 anos, de nome Francesca Cabrini e o Sérgio um garanhão de 24 anos, de nome Giraldo, acompanhado por 2 senhoras. Claro que não é preciso dizer, mas o Sérgio era o pobre e por isso dormia no porão e eu como madre superiora dormia numa secção mais requintada. :)
Foi uma visita realmente muito interessante e muito divertida!










Aproveitamos e fomos ver um submarino mesmo ao lado do Museu. Para ser sincera não achamos muita piada, por fora era gigante mas por dentro era minúsculo porque estava recheado de maquinaria.
Entretanto seguimos viagem para Cinque Terre, mas antes ainda passamos por Portofino. Portofino é uma mini marina de luxo, onde só para estacionar o carro pagamos 5 euros à hora, claro que só estivemos cerca de meia hora. Pela segunda vez o Sérgio perdeu a chave do carro e mais uma vez teve sorte com a pessoa que a encontrou.
É um local bastante movimentado e com muita gente rica.














Iamos para Cinque Terre, mas comos nos enganamos na saida da autoestrada o percurso teve que ser o contrário do esperado, isto é, tivemos que começar primeiro por Portovenere, uma terra muito pitoresca.


Em seguida chegámos à primeira das Cinque Terre, um conjunto de cinco terras semelhantes: Riomaggiore. Infelizmente não podemos descer muito porque estava a haver um funeral e a terra estava bloqueada pela policia.


Fomos então para Manarola, não fomos até ao centro porque o tempo era limitado e queriamos chegar à ultima das terras a tempo de ir dar um mergulho.


Seguimos então para a terceira e quarta terras que ficam bastante proximas uma da outra Corniglia e Vernazza. Corniglia era a terra mais fácil der ver ao longe, onde se podia tirar as melhores fotos panorâmicas do local.


Corniglia


Vernazza


Vernazza

Daqui fomos para a ultima das Cinque Terre: Monterosso Al Mare. Infelizmente já era noite quando lá chegamos, portanto já não conseguimos ir para a praia. Era a melhor das cinco terras e ficamos mesmo com pena por não termos aproveitado mais tempo do nosso dia lá. Era um bom local para fazer praia.




Jantámos por lá e, quando nos apercebemos das horas já era tarde para fazer o check-in no hotel, visto que ainda tínhamos uma viagem de hora e meia pela frente. Para variar o nosso GPS mandou-nos pelos sitios mais esquisitos, mas chegamos ao hotel e o empregado, já avisado do nosso atraso, lá nos esperava.
O hotel ficava situado em Medesano, que é um local que não tem nada, deserto, mas que ficava perto de Parma.
Foi o hotel mais barato e um dos melhores onde estivemos.
Terminava assim o nosso terceiro dia de férias.